O gosto do kitsch: esboços de uma fenomenologia crítica

vol. 48, n. 5 • Trans/Form/Ação: Revista de Filosofia da Unesp

Autor: José Marcelo Ramos Siviero

Resumo:

Pretende-se empreender uma análise que vá além das meras definições de bom e mau gosto, bem como de uma arte “alta” em detrimento de uma arte “baixa”, além de outros preconceitos correntes, como de cultura popular, cultura erudita, arte autêntica, arte inautêntica etc. Adotam-se aqui três eixos de pesquisa: as considerações sobre o kitsch enquanto arte de entretenimento e prazer descompromissado, segundo Abraham Moles e Umberto Eco, a falta de uma linguagem, conforme Merleau-Ponty, e as consequências da reprodutibilidade técnica e da perda de aura artística, de acordo com Walter Benjamin. A crítica se dirige ao kitsch e às suas manifestações análogas, como fenômenos típicos de uma sociedade de mercado, sob um regime capitalista que se apropria até mesmo da arte.

ISSN: 1980-539X

DOI: https://doi.org/10.1590/0101-3173.2025.v48.n6.e025164

Texto Completo: https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/transformacao/article/view/17716

Palavras-Chave: kitsch, mau gosto, entretenimento, arte pop, Indústria Cultural, fenomenologia

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